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19 de Setembro de 2021 Conquista Funcional Uncategorized News Leave a comment
7 Tendências Da Arquitetura Pós-pandemia

A pandemia do coronavírus criou uma nova forma de morar. Nunca imaginamos trabalhar tanto tempo em casa, nos divertir em casa, acompanhar as aulas dos nossos filhos de casa. O papel do lugar que habitamos mudou e com ele surgiram novos comportamentos. Mas depois que isso tudo passar, como será o nosso jeito de morar? Selecionamos algumas tendências da arquitetura pós-pandemia apontadas por especialistas e agências especializadas que retratam para onde caminha o nosso novo morar. Confira a seguir.

 

1. CASA DIGITALIZADA

Dê as boas-vindas aos companheiros digitais. Da já conhecida Alexa, passando pelos pets robotizados até chegar a um robô quase humano, que cuida das crianças, faz companhia aos mais velhos e não deixa faltar nada na despensa, a inteligência artificial mostra que chegou para ficar. É o caso dos Robot Pets, que já podem ser encontrados na amazon.com.

arquitetura pós-pandemia

 

2. VIVER A CIDADE E A NATUREZA

Prepare-se para viver a cidade e passar menos tempo em casa. Depois de muito tempo reclusos, valorizaremos as experiências ao ar livre, de preferência em espaços cheios de verde. Cidades como Nova York e Copenhagem já se preparam para criar ilhas em lagos e rios do seu espaço urbano. Um exemplo é o parque-ilha projetado pelo escritório de arquitetura Heatherwick Studio e patrocinado pelo casal bilionário Barry Diller e Diane von Furstenberg, que será instalo no rio Hudson, em Nova York.

arquitetura pós-pandemia

 

3. HOME OFFICE COMO REALIDADE

O home office continuará a fazer parte da nossa rotina, mesmo que em proporções menores. Em alguns casos, ele será incorporado 100% pelas pessoas. Com isso, surge a necessidade de um espaço de trabalho adequado, com privacidade e bom isolamento acústico. Também entra em cena a valorização da ergonomia. As cadeiras deverão ser mais confortáveis e as mesas terão que ter a altura certa para propiciar horas de trabalho a fio sem incômodos.

home office pós pandemia

Cadeira Lilly em home office no quarto de Levy Netto para Decora Lider Vitória 2019.

 

4. CANTINHO DO BEM-ESTAR

Sim, este espaço chegou para ficar. Seja uma sala de meditação, um local para praticar atividade física em casa ou uma biblioteca com os seus livros preferidos, prepare-se para ter um ambiente de “descompressão” em casa.

arquitetura pós-pandemia

Chaise Duna marca o cantinho relax deste projeto de Bárbara Nobre.

 

5. NATUREZA EM CASA

Além de um espaço para relaxar, os especialistas apostam no cultivo de temperos e até verduras e legumes em casa. Há também a incorporação do urban jungle, que deixa de ser uma tendência e passa a ser realidade. Então prepare-se para escolher não só móveis e adornos para casa, mas também plantas.

urban jungle

Samambaias foram as escolhidas para este espaço gourmet da Dois Arquitetura.

 

6. ESPAÇO DE HIGIENIZAÇÃO

O hall de entrada deixa de ser um lugar de passagem e assume o papel de espaço de higienização. Pense em sapateiras, cabideiros e pequenos bancos para deixar o espaço apto para esta função.

hall de entrada

O cabideiro Aida é uma ótima peça para o hall de entrada.

 

7. DESCONTEXTUALIZAÇÃO DOS CÔMODOS

Esqueça a ideia de que sala é para receber, quarto é para dormir e escritório é para trabalhar. Pensar em cômodos a partir das atividades que são realizadas neles será uma tendência da arquitetura pós-pandemia. O quarto pode também receber um espaço para o home office, a varanda se transformar em um espaço fitness e o escritório ser também o seu cantinho para relaxar. Para isso, espere por móveis multifuncionais, portas deslizantes e iluminação versátil para atender todas estas demandas.

novo morar

O Jardim Interno de Jean de Just para a CASACOR Rio 2021 é sala, jantar e escritório ao mesmo tempo. Nosso Design Feito Para Viver acompanha todas as funções do ambiente.

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19 de Setembro de 2021 Conquista Funcional Uncategorized Real estate Leave a comment
As casas estão mais baratas por causa da pandemia?

Há quem pense que o fim das moratórias vai provocar uma crise, mas os preços das casas ainda não deram sinais de baixar. Se vai comprar casa, tome o pulso ao mercado imobiliário com estes números.

Se está à espera do melhor momento para comprar casa, de certeza que já encontrou quem diga que os preços vão cair em breve. Ou talvez já se tenha cruzado com quem diz o contrário: os preços das casas não vão baixar.
É difícil fazer previsões. Por isso mesmo, conheça os números e decida por si se está na altura de dar o próximo passo e investir numa nova casa.

Comprar casa em Portugal: como era antes da pandemia

É um exercício de memória: ainda se lembra de como era o mercado de compra e venda de casas em 2009? E arrendar casa? Lembra-se do que aconteceu a muitas empresas de construção durante a crise financeira?
Parece um cenário muito distante, mas a verdade é que passaram só cerca de 10 anos. Neste período, o mercado imobiliário português mudou profundamente.
Abriu-se o investimento em imóveis como uma grande oportunidade, tanto para portugueses quanto para estrangeiros que passaram a ver Portugal como um destino muito agradável.
E por falar em destinos agradáveis, o mercado imobiliário também mexeu com as oportunidades para alojamentos turísticos. Até em 2020, já em pandemia, Portugal foi escolhido nos World Travel Awards, como o Melhor Destino da Europa.
A recuperação económica e outros fatores, como a descida das taxas de juro, também impulsionaram a venda e compra de casa. Em 2020, os bancos emprestaram mais de 11,3 mil milhões de euros em crédito habitação. Em 2013, foram pouco mais de 2 mil milhões.
A procura puxou pela oferta. O resultado foi um aumento de preços único, tanto para quem queria comprar casa como para quem preferia arrendar, sobretudo nos grandes centros urbanos.

A chegada do COVID-19 ao mercado imobiliário

Os impactos imediatos da pandemia no mercado imobiliário notaram-se de imediato. E não tardaram as soluções para ajudar as famílias a lidar com as novas dificuldades.

As moratórias chegaram rapidamente para que, quem tinha ficado sem rendimentos e não conseguia pagar os seus créditos, não caísse em incumprimento nem perdesse as suas casas.

Houve quem esperasse o pior. Mas aprendemos com o passado.
Ao invés de uma crise imobiliária, como a de 2009-2013, até agora, foram protegidas as pessoas que viram os seus rendimentos serem muito afetados pela pandemia.

No final de 2020, a compra e venda de habitações tinha caído 5,3% em número, pela primeira vez desde 2012 (segundo o INE), mas tinha crescido 2,4% em valor.

Os preços das casas já baixaram ou não?

Para o INE, o que aconteceu foi uma desaceleração do crescimento dos preços nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e na Região Autónoma da Madeira, entre abril e junho de 2020 (um horizonte temporal onde os impactos da pandemia seriam notórios).
Já no início de 2021, os preços das casas continuaram a subir mas a um ritmo inferior.

Um ano depois do início da pandemia em Portugal, e quando já muito aconteceu, é fácil recordar aqueles primeiros meses de outra forma.

Lembramo-nos bem das notícias de alojamentos turísticos vazios. E sabemos que os valores das rendas em muitas cidades do país também caíram, como explica o INE ao olhar para os primeiros 3 meses deste ano.

Mas os números ainda não são razão para adivinhar que vem aí uma nova crise. E só uma nova crise conseguiria desestabilizar o mercado imobiliário, baixar a procura e, por arrasto, provocar uma queda de preços.

 

Mas as moratórias estão a acabar…

A moratória de crédito habitação que o Estado abriu aos portugueses logo no início da pandemia fez com que, quem ficou sem rendimentos, não entrasse em incumprimento. Foi uma segurança para quem deixou de conseguir pagar a sua casa.

Também os bancos seguiram este exemplo e não só disponibilizaram a moratória para crédito habitação de imediato como a prolongaram depois, em linha com o Governo português.

Tudo para salvaguardar as famílias e impedir que se repetisse a última grande crise.

Ao mesmo tempo, as instituições de crédito já começaram a preparar o fim das moratórias junto dos clientes.

 

Famílias em dificuldade têm 3 meses de salvaguarda

As moratórias para as famílias terminam em setembro de 2021, mas o Governo já aprovou uma nova proteção.

Se estiverem em dificuldade financeira no final da moratória, as famílias com crédito habitação têm mais 90 dias de salvaguarda. Significa que, nesses 3 meses, os bancos não podem terminar o contrato nem aumentar taxas de juro.

Além disso, os bancos têm de acompanhar de perto os clientes com mais risco e apresentar-lhes propostas para melhorar as condições do contrato. A data-limite é 15 de setembro.

 

 

Mais tempo em casa, mais crédito para comprar casa

Há outro número que deve conhecer para perceber se vale a pena comprar casa agora.

Em junho de 2021, os bancos emprestaram 1 295 milhões de euros para comprar casa (contas do Banco de Portugal). Em junho de 2020, foram 833 milhões. Em junho de 2019, antes da pandemia, foram 848 milhões.

Ou seja, nem a procura de casas está a recuar nem os bancos estão a dar sinais de crise no setor, fechando a torneira do crédito.

Sim, continua a haver procura. A pandemia fechou-nos em casa e fez-nos tirar algumas conclusões sobre qualidade de vida.

O teletrabalho e o fecho das escolas reduziram o espaço de muitas famílias. As divisões tornaram-se pequenas para a exigência das reuniões e aulas online ao mesmo tempo. A casa tornou-se espaço de convívio e descanso, mas também escritório, sala de aula, ginásio…

Trabalhar em casa significa que podemos estar em qualquer parte do mundo – desde que exista uma boa ligação à internet. Se escolheu passar o confinamento numa casa de família no interior do país, longe das grandes cidades, sabe do que estamos a falar.

É que estar em casa também foi uma barreira aos hábitos de lazer e bem-estar. Quem antes fazia desporto ao ar livre sentiu-se limitado e aproveitar as zonas verdes ao pé de casa também ficou mais difícil.

Nas cidades, ter uma varanda, um pátio ou um quintal tornou-se um luxo. Trocar um apartamento em zonas urbanas por uma moradia nos arredores passou a ser boa ideia.

Todos estes fatores pesam de outra forma em quem pensa comprar casa no mundo pós-COVID.

Mais conscientes e mais exigentes

Não foi só a pandemia que nos despertou para novas preocupações. Hoje, exigimos mais do mundo à nossa volta e estamos mais alerta para os problemas que podemos resolver. Problemas como o limite dos recursos que restam no mundo.

Portugal é um dos países da União Europeia onde as pessoas passam mais frio em casa e têm maior dificuldade financeira para a aquecer.

Quem escolhe construir uma casa de raiz, tem esta realidade em mente. Na hora de escolher os materiais, a preferência pode ser pelos mais sustentáveis tanto para o orçamento familiar e para o ambiente.

Mas se está a planear construir casa, saiba que os preços dos materiais estão em alta, fruto da escassez que o setor vive.

 

O que mudou nas casas portuguesas?

Pode não estar para breve uma queda de preços nos imóveis para residência, mas a verdade é que o mercado é imprevisível e a pandemia veio agitar as águas.

Mas o último ano também trouxe outras mudanças.

1. Arranjámos soluções criativas em casa

A necessidade é a mãe da invenção. Quem ficou confinado num espaço pequeno, teve de encontrar soluções criativas para continuar a viver, a trabalhar e a estudar entre quatro paredes.

Noutros casos, esta foi uma oportunidade para remodelar a casa, pintar uma divisão, alargar outra…

 

2. Nada como respirar ar puro

Até os menos adeptos da natureza valorizam mais estar em espaços abertos. Poder passear ao ar livre, à beira-mar ou no parque da cidade ganhou outra importância no dia a dia.

 

3. À (re)descoberta de Portugal

Não foi pelos melhores motivos. Mas o confinamento levou muitas famílias para as casas de férias e de família, longe dos grandes centros urbanos onde o tempo corre mais devagar e o espaço parece maior.
Agora, mais de um ano depois do início da pandemia, mais pessoas trocaram destinos estrangeiros pelo turismo em Portugal.
Além do impacto positivo nessas economias locais, não tem sido bom redescobrir o nosso país?
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19 de Setembro de 2021 Conquista Funcional Uncategorized Real estate Leave a comment
11 Dicas Para Arrendar Casa Em Portugal

Você tem planos de morar em Portugal? Então precisa saber que lá muitas coisas são diferentes do Brasil. A burocracia e as possibilidades na hora de alugar um imóvel são alguns exemplos, a começar por algumas palavras e siglas diferentes que encontramos nos anúncios imobiliários. Há várias opções: casas vazias, com mobília, com eletrodomésticos e até com contas inclusas.

Se neste texto você está buscando as primeiras informações sobre o assunto, ou leu alguns anúncios, deve ter se deparado com expressões que causaram estranhamento. Então, vamos aos significados:

Arrendar significa alugar.
Morada que dizer residência.
O “T” sempre vem seguido de algum número, que indica a quantidade de quartos do imóvel. Assim, T0 corresponde a um imóvel sem quarto, daqueles que possuem apenas um cômodo, mais cozinha e banheiro, como um estúdio ou kitnet. T1 para um quarto, T2 para dois quartos e assim por diante. Caso tenha “kit” escrito após o indicativo do número de quartos, como T2 kit, quer dizer que sala e cozinha dividem o mesmo cômodo, ou seja, são integradas.
Mobilado significa que no imóvel há mobília (mobiliado, para nós). E é comum nesses casos que estejam incluídos também roupas de cama, talheres, louças, panos de prato… Ao fechar contrato de um apartamento mobilado, é importante verificar e listar todos os objetos que já estavam ali antes da sua mudança, a fim de evitar qualquer problema no momento da entrega do imóvel. Tire fotos, descreva a quantidade, o estado de conservação e teste o funcionamento dos eletrodomésticos, como uma vistoria, antes de se mudar e envie por e-mail ao senhorio (assim chamam o proprietário), ou à imobiliária, caso estes não o tenham feito. Depois disso, peça que um deles, preferencialmente o senhorio, confirme os dados, ou minimamente responda ao e-mail confirmando seu recebimento. Desta forma, você cria um documento que vai auxiliar no momento da entrega do apartamento/casa e evita mal entendidos. Lembre-se de que você deverá devolver o local com todos os objetos. Então, caso quebre um copo, é preciso colocar outro no lugar, por exemplo.
Apartamento equipado, ou casa equipada indica que o imóvel já possui alguns eletrodomésticos, geralmente os mais básicos, como fogão, geladeira (chamado de frigorífico), máquina de lavar roupas, por vezes televisão etc.
Com essa pequena lista já ficou mais fácil de compreender os anúncios e fazer uma pesquisa sobre o valor médio do imóvel que pretende arrendar. Segue uma lista dos principais sites de anúncios imobiliários, para ir se familiarizando com essas expressões e tendo uma ideia dos valores:

  1. www.mvrealestate.pt
  2. www.imovirtual.com
  3. www.idealista.pt
  4. www.olx.pt
  5. www.erasmusu.com
  6. www.uniplaces.com
  7. www.custojusto.pt

 

11 Dicas para alugar casa em Portugal

Informação e planejamento são essenciais nesse momento. Siga essas dicas para encontrar o melhor imóvel para você e ainda reduzir gastos!

1- O preço do arrendamento vai variar muito de acordo com a região que se deseja morar. Geralmente o aluguel é mais caro em cidades turísticas e nos grandes centros urbanos, como Lisboa e Porto. Muitas vezes vale a pena buscar nas cidades vizinhas à que se tem a intenção de morar, estudar ou trabalhar. Se estiver disposto a pegar ônibus (chamado de autocarro), metro (se lê “métro”) ou trem, pode conseguir arrendar um imóvel maior e mais barato. Tenha sempre em mente: em Portugal o transporte público é de qualidade!

2- A internet é muito útil para fazer o levantamento dessas informações. Busque sites sobre as cidades, assista a vídeos sobre pessoas que estão vivendo na área que você deseja ir, vagas de emprego, escolas, leia muitos anúncios…(essa parte vai depender dos seus objetivos com a ida a Portugal) a partir disso, defina as localidades que atendem suas necessidades e cujo valor cabe no seu orçamento. No Google Maps é possível ver o comércio nos bairros selecionados, transportes disponíveis e o tempo estimado de deslocamento.

3- Apesar de haver essa possibilidade, não é aconselhável negociar ou fechar um contrato de aluguel pela internet. É sempre melhor visitar, para que você possa ver todos os detalhes do lugar. Além disso, algumas localidades têm recebido muitos estrangeiros, o que aumentou a buscar por arrendamento. Então, por vezes, o imóvel pode ser alugado no mesmo dia. Será muito melhor reservar antes da viagem um apartamento pelo Airbnb ou um quarto de hotel barato para as duas primeiras semanas em Portugal. Assim, você terá estes primeiros dias para marcar visitas e conhecer melhor os bairros que pretende morar.

4- Exija contrato de aluguel. Nunca feche negócio sem um contrato. E assegure-se de que o contrato está detalhado o suficiente. Faça perguntas, verifique se deseja incluir mais algum. Vários estrangeiros têm sido vítimas de golpe, ou sofrido prejuízo por não ter documentado as regras e prazos para o uso do imóvel. Fique bastante atento a isso!

5- Tenha no mínimo o valor de cerca de 3 a 6 meses das parcelas do aluguel pretendido. Isso porque costumam pedir fiador ou caução. Se está indo para trabalhar, estudar ou se mudando com a família dificilmente terá fiador. Então nos resta pagar o adiantamento, que, na maioria das vezes, é de três meses, conforme indicado na lei portuguesa. Porém há casos em que o senhorio pede mais meses como caução. Este valor deve ser devolvido no fim do contrato, caso não tenha ocorrido nenhum dano ao imóvel. Ainda sim, pode ser que peçam outras formas de garantir que você tem como honrar o compromisso que quer assumir. Caso já tenha contrato de trabalho, pode anexar uma cópia como forma de garantia. Há relatos de brasileiros que optaram por também apresentar um extrato bancário. O ideal nesses casos é conversar com o senhorio.

6- Para o contrato de arrendamento são exigidos alguns documentos. Então, é fundamental agilizar a emissão logo nos primeiros dias. Geralmente, são os seguintes:

– BI (bilhete de identificação), Cartão de Cidadão (CC) autorização de residência e/ou cópia do passaporte;

– Comprovativo de rendimentos;
– NIF (número de identificação fiscal, o que equivale ao nosso CPF),
– Cópia dos documentos do fiador, se houver;

7- Fique atento a todas as cláusulas e vigência do contrato. Em alguns casos, existe um prazo mínimo que o imóvel deve permanecer ocupado, que pode ser de 1 ano, ou até mais. Se o inquilino resolver entregar antes, perde o direito à devolução do caução.

8- Se no contrato estão incluídas algumas contas, como luz e água (às vezes até telefone e internet já estão no pacote), é possível que nos primeiros meses sejam considerados os consumos dos meses anteriores à sua mudança. Esse valor pode ser maior ou menor que o seu consumo, e pode ficar desse modo por uns 3 ou 4 meses, até que seja feita a correção necessária e venham os valores referentes à diferença de consumo. Se você consumiu menos do que pagou, receberá um desconto, mas se o consumo foi maior, virá na conta, somado ao valor daquele mês a diferença dos meses anteriores, o que pode aumentar muito os seus gastos e impactar no orçamento. Assim, é bom estar preparado! Se for possível, faça a medição do consumo de água e luz e envie às empresas competentes. Isso pode agilizar o processo de ajuste da conta.

9- Caso precise de móveis, roupa de cama e objetos, há opções de lojas muito baratas. A mais indicada se chama Ikea. Os móveis são mais em conta, mas o comprador fica responsável por sua montagem.

10- Verifique a ventilação, vedação e sistema de aquecimento do imóvel. Em alguns, há quartos e banheiros sem janela. Em outros, não bate sol. Como faz mais frio que no Brasil, é possível que as janelas fiquem mais tempo fechadas, e pode ser que fique muito escuro. Algumas lojas, como a Leroy Merlin, oferecem vedação, o que vai influenciar bastante na temperatura interna.

11- Peça que o contrato de arrendamento seja registrado no Departamento de Finanças. Isso pode ser requisitado ao senhorio ou à imobiliária. Quem vai morar em Portugal deve fazer uma espécie de declaração de imposto de renda, chamado de IRS. Se o seu contrato estiver registrado nas Finanças, você receberá desconto nos impostos pelos gastos com moradia.

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